terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Gozar Noturno


Prosas e versos,
Quem não toca, arrocha.
Vai e vem: bem no fundo!
Gritos e gemidos... destemido,
Febre e suor noturno!

Rosa que desabrocha,
Luz que ilumina o fel imundo,

Entre versos e prosas... trovas!
Gozar do submundo no escuro,
Cantarolar gemidos, destemido!
Escalpelar o careca rústico.

Entre prosas, versos e trovas.
Poesias que fecundo!
Baluarte do estar sozinho,
Sentimentos que devastam o mundo!

E aquele velho estampido, rouco...
Aqui jaz, silencioso e surdo!

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