terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Desespero sem fim!


Hoje, de mente vazia,
Peguei um elevador,
Daí me perdi...

Quando encontrei a rua,
Não havia calçadas,
Não havia cimento,
Nem sequer barro havia ali!

As pessoas, ditas transeuntes, me perseguiam,
Pois sempre estavam a andar atrás de mim!

De fato, pelado!
Roupa não o tinha.
Sexo também não!

De repente, um barulho estranho.
Desperto-me e percebo,
Que tudo aquilo não passava de um simples sonho,
Foi a partir daí, que encontrei-me num desespero sem fim!

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