terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Confissão: Ser sexual

Estou fadado a viver o sexo,
Nasci do sexo,
Cresci para o sexo...
Vivo para o sexo e este, me conduz... me faz viver.

Sei que todos o fazem,
Uns com calma,
Outros com pressa.
As vezes bem feito...
Por vezes individuais, sem aptidão, sem jeito.
Todos o fazem,
Gostam e querem fazê-lo.
Pode até ser que assim não o admite,
Mas é no escuro,
Seja acompanhado ou sozinho... se entregam ao desejo,
Contradizem seus caminhos.

Sou um sujeito sexual confesso.
Para mim, ele pode ser fático ou verbal,
Pode ser tantrico e até individual.
O que importa é viver o sexo,
Trocar fluidos energéticos e corporais
Perder a timidez, liberta a identidade sexual.


O sexo é natural...
O sexo é ser humano...
O sexo é ser social

Sou réu confesso,
Por vezes sem vergonha.
Vivo, gozo...  faço o sexo,
Meu pudor se limitas as relações político-sociais..
Fujo da formalidade... materialmente, sou um ser sexual.

Nenhum comentário:

Postar um comentário