terça-feira, 8 de junho de 2010

Cala a boca... não enche o saco!


Macacos me mordam! 
Macacos que voam!
Eles que voem... expressões!

As palavras jogadas ao vento,
Quimeras do relento.
Ardedura da armadura que só arde.
Se não arde, só alarde... afugenta.

Outrora o menino quis falar,
Desenhou as palavras,
Decorou os sons...
Falou, gritou... apavorou.

Quimeras de um deserto... quimeras.

As palavras mal-colocadas, chocam.
Se chocam... por vezes magoam...
E assim, emudece o semblante de um novo ser.

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