quarta-feira, 19 de maio de 2010

Poesia da Ilha VII

De repente,
Me encontro abandonado na noite.
Abandonado ? Por quem ?
Ninguém é senhor dos meus caminhos.
Ninguém é senhor de mim ?

Será que sou o senhor de mim ?

Se sou,
Então, quem é aquele que me vigia refletido no espelho ?
Aquele que imita os meus gestos,
Preso no vício de me vigiar.
Um dia... um dia... irei investigar.

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