
Olha eu aqui de novo.
Incrivel... este blogger durou mais que uma semana, e para esta abertura é salutar traçar alguns pontos:
1º É possível o homem viver no mundo da lua, com o corpo e os pés na Terra ?
2º É possível cozinhar e ainda ter apetite para saboriar aquilo que por você foi cozido ?
3º É possível se expor da mesma forma que estou expondo os meus pensamentos ?
Após uma interminável e cansavel análise do que foi colocado acima, que cá entre nós levou um pouco mais que um segundo, a resposta é RETICÊNCIAS.
Isso mesmo... usei da ferramenta de reticência para poder justificar este texto. E visando uma fundamentação do que foi escrito, me reporto aos sábios ensinamentos do sítio Wikipedia (pra quem não sabe o endereço é: http://pt.wikipedia.org), que assim definiu o verbete como: “As reticências são, na escrita, à sequencia de três pontos (sinal gráfico: …) no fim, no início ou no meio de uma frase. A utilização deste gênero de pontuação indica um pensamento ou ideia que ficou por terminar e que transmite, por parte de quem exprime esse conteúdo, reticência, omissão de algo que podia ser escrito, mas que não o é.”
Pessoal, mais uma vez não esquente a cabeça, pois apenas utilizei o método do “Crtl+C” e o “Crtl+V”, não tive a oportunidade de analisar o que foi copiado. A minha sorte é que ninguém irá ler o presente a contento... então, dane-se.
Voltando ao que foi dito...
Pensando melhor...
Analisando o...
Melhor finalizar o presente por aqui... acabei de perder a inspiração.
Faço uso de minha veia poética, que ainda não esta entupida... ainda.
O que penso,
Nem sempre falo.
E se falo,
Nem sempre concluo.
Se concluo,
Nem sempre analiso.
Se analiso,
Retomo o pensamento.
Se retomo o pensamento,
Não vejo motivos para falar.
Se não tenho motivos para falar,
Não há nada para concluir.
Se não há uma conclusão...
Reticências... reticências.. reticências.
Agora... fico por aqui... inté.
Incrivel... este blogger durou mais que uma semana, e para esta abertura é salutar traçar alguns pontos:
1º É possível o homem viver no mundo da lua, com o corpo e os pés na Terra ?
2º É possível cozinhar e ainda ter apetite para saboriar aquilo que por você foi cozido ?
3º É possível se expor da mesma forma que estou expondo os meus pensamentos ?
Após uma interminável e cansavel análise do que foi colocado acima, que cá entre nós levou um pouco mais que um segundo, a resposta é RETICÊNCIAS.
Isso mesmo... usei da ferramenta de reticência para poder justificar este texto. E visando uma fundamentação do que foi escrito, me reporto aos sábios ensinamentos do sítio Wikipedia (pra quem não sabe o endereço é: http://pt.wikipedia.org), que assim definiu o verbete como: “As reticências são, na escrita, à sequencia de três pontos (sinal gráfico: …) no fim, no início ou no meio de uma frase. A utilização deste gênero de pontuação indica um pensamento ou ideia que ficou por terminar e que transmite, por parte de quem exprime esse conteúdo, reticência, omissão de algo que podia ser escrito, mas que não o é.”
Pessoal, mais uma vez não esquente a cabeça, pois apenas utilizei o método do “Crtl+C” e o “Crtl+V”, não tive a oportunidade de analisar o que foi copiado. A minha sorte é que ninguém irá ler o presente a contento... então, dane-se.
Voltando ao que foi dito...
Pensando melhor...
Analisando o...
Melhor finalizar o presente por aqui... acabei de perder a inspiração.
Faço uso de minha veia poética, que ainda não esta entupida... ainda.
O que penso,
Nem sempre falo.
E se falo,
Nem sempre concluo.
Se concluo,
Nem sempre analiso.
Se analiso,
Retomo o pensamento.
Se retomo o pensamento,
Não vejo motivos para falar.
Se não tenho motivos para falar,
Não há nada para concluir.
Se não há uma conclusão...
Reticências... reticências.. reticências.
Agora... fico por aqui... inté.
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