
E a vida se resume a uma xícara de café...
Corpo branco...
Conteúdo negro...
Quente, estimulante,
Energético e viciante...
No excesso é deprimente.
O corpo é uma xícara alva,
Quieta, até quando provocada se derramando café,
Momento em qua a alma é banhada de sangue.
Seu conteúdo é negro,
Seu cheiro forte, intenso e denso.
Nos preocupamos, temos ataques,
Somos estimulantes.
Conteúdo quente e energético,
Nos viciamos... precisamos.
Focado na cafeína, nos entramos a adrenalina... simplesmente precisamos.
Quando lavamos a forma,
Apagamos os borrados de sangue,
Tudo que temos se transforma e morremos por mais alguns instantes.
Temos forma,
Temos alma...
Temos cor, temos sangue.
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